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terça-feira, 7 de maio de 2019

Morre na França o jornalista Gianni Carta

Correspondente internacional na Europa e no Estados Unidos tinha 55 anos e trabalhou em veículos de diversos países

Redação, O Estado de S.Paulo
06 de maio de 2019

Gianni Carta escreveu ‘Garibaldi na América do Sul’ Foto: JUAN GUERRA/ ESTADÃO-4/7/2013

O jornalista e cientista político Gianni Carta, de 55 anos, morreu domingo, 5, em Paris, vítima de um câncer nas vias biliares. Gianni foi correspondente internacional na Europa e nos Estados Unidos, colaborando para publicações como a revista Carta Capital, onde também exerceu funções de direção, além de veículos estrangeiros, como The Guardian, BBC, CBS e Deutsche Welle. Ele era filho do jornalista Mino Carta, fundador da Carta Capital.

Gianni Carta se formou em ciências políticas pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), com pós-graduação em relações internacionais pela Universidade de Boston (BU) e pelo Centre d’Études Diplomatiques et Stratégiques (CEDS), da École des Hautes Études Internationales de Paris. Durante a adolescência, foi tenista nos Estados Unidos. O jornalista era casado e morava na cidade francesa de Montreuil.

Foi autor de livros como Garibaldi na América do Sul – O Mito do Gaúcho, O Tênis no Brasil – De Maria Esther Bueno a Gustavo Kuerten (com Roberto Marcher) e O Desafio de Lula (com o pai, Mino Carta).

Nas redes sociais, jornalistas e políticos lamentaram a morte de Gianni. “Perdemos um grande jornalista. Profissional completo, culto, correspondente em vários países e autor de livros importantes. Gianni Carta, da estirpe dos Carta (só isso já diz tudo ...), morreu cedo, no auge da carreira. Não imagino o sofrimento do pai, Mino, e de toda a família”, escreveu no Twitter o jornalista Fernando Mitre, diretor de jornalismo da Rede Bandeirantes. 

“Perda imensa para o jornalismo, a de Gianni Carta. Minha solidariedade total aos colegas e muito em particular, à família. Quando os Carta sofrem, todos que têm afeto por eles, e/ou são gratos ao espírito público dessa gente singular, também sofrem”, publicou no Facebook o jornalista Gabriel Priolli.

O PT divulgou uma nota de pesar em seu site. “Neste momento de dor, o PT se solidariza com amigos, familiares e colegas e lamenta a passagem de Gianni Carta”, diz trecho do texto. O jornalista estava no ônibus atingido por disparos durante a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Região Sul do País, em abril do ano passado. 

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também se manifestou pelo Twitter: “Muito triste a notícia do falecimento do brilhante jornalista e notável ser humano Gianni Carta, com quem conversei muito durante a Caravana com Lula pelo Sul no ano passado”.




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