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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Bolsonaro chama Flávio Dino de 'gordo' em nova declaração preconceituosa

"[Um estado] governo do Partido Comunista do Brasil. Já repararam que os países comunistas geralmente o chefe é gordo? Coreia do Norte? Venezuela? É gordinho, né? Maranhão", disse Bolsonaro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em mais uma fala preconceituosa, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se referiu ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), como "gordo" e "gordinho".

Em conversa com apoiadores na chegada ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro respondeu a uma simpatizante que disse ser do Maranhão.

"[Um estado] governo do Partido Comunista do Brasil. Já repararam que os países comunistas geralmente o chefe é gordo? Coreia do Norte? Venezuela? É gordinho, né? Maranhão", disse Bolsonaro.

Embora tenha sido eleito pelo PCdoB, Dino migrou para o PSB em junho de 2021. Dino é governador reeleito do Maranhão e um dos mais ativos críticos do presidente da República. Bolsonaro já chamou Dino de "gordo" em outras ocasiões, em declarações preconceituosas.

O presidente tem um histórico de falas preconceituosas. Em janeiro 2020, durante transmissão em suas redes sociais, ele mirou os indígenas. "Com toda a certeza, o índio mudou. Está evoluindo. Cada vez mais o índio é um ser humano igual a nós", afirmou.

Antes disso, em ataque a uma jornalista, Bolsonaro acabou acertando outro alvo: a comunidade de japoneses e descendentes no Brasil.

Ao criticar Thaís Oyama, que havia lançado um livro sobre o primeiro ano do presidente no Palácio do Planalto, Bolsonaro afirmou que, no Japão, ela morreria de fome com jornalismo. Descendente de japoneses, Thaís é brasileira, o que não impediu o presidente de afirmar não saber o que ela faz no Brasil.

*RELEMBRE ALGUMAS FRASES PRECONCEITUOSAS DO PRESIDENTE:


  • "Com toda a certeza, o índio mudou. Está evoluindo. Cada vez mais o índio é um ser humano igual a nós", em jan.2020, durante live em rede social
  • "Esse é o livro dessa japonesa, que eu não sei o que faz no Brasil, que faz agora contra o governo", em jan.2020, referindo-se à jornalista Thaís Oyama, que é autora do livro "Tormenta" e brasileira.
  • "Lá no Japão ela ia morrer de fome com jornalismo, escrevendo livro", em jan.2020, novamente sobre Thaís Oyama.
  • "O Hélio vai para a China comigo. Eu falei: 'Tem algum problema? É só você fazer assim [puxando as pálpebras para os lados] que ninguém vai te achar na multidão'", em out.2019, durante live em rede social, com o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que é negro, a seu lado.
  • "Peixe só se for frito. Não gosto da comida à base de peixe, sem ser peixe frito ou ensopado", em out.2019, ao falar de sua rejeição à culinária oriental, durante missão pelo continente asiático.
  • "O índio é um ser humano igual a nós, não é para ficar isolado em uma reserva como se fosse um zoológico", em jul.2019, durante evento do Exército no Rio de Janeiro.
  • "Daqueles governadores de paraíba, o pior é o do Maranhão [Flávio Dino, do PC do B]. Tem que ter nada com esse cara", em jul.2019, em conversa com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante café da manhã com jornalistas.
  • "Se for uma reforma de japonês, ele vai embora. Lá tudo é miniatura", em mai.2019, em recado ao ministro Paulo Guedes (Economia) sobre a reforma da Previdência.
  • "Tudo pequenininho aí?", em mai.2019, ao posar para foto com estrangeiro de feição asiática; presidente fez gesto com os dedos, em insinuação sobre órgão sexual.
  • "Quem quiser vir aqui [ao Brasil] fazer sexo com uma mulher, fique à vontade. O Brasil não pode ser um país de turismo gay. Temos famílias", em abr.2019, durante café da manhã com jornalistas.
  • "Podemos perdoar, mas não podemos esquecer [o Holocausto]. E é minha essa frase: quem esquece seu passado está condenado a não ter futuro", em abr.2019, durante encontro com evangélicos no Rio de Janeiro.
  • "A criação de campos de refugiados, talvez, para atender aos venezuelanos que fogem da ditadura de seu país. Porque do jeito que estão fugindo da fome e da ditadura, tem gente também que nós não queremos no Brasil", em nov.2018, já eleito presidente, durante evento militar no Rio de Janeiro.
  • "No Japão tem pena de morte. Tinha um japa gordo, de uns 8 arrobas, que foi pego uns dez anos atrás botando gás sarin no metrô. Foi executado no ano passado", em ago.2018, durante ato da campanha eleitoral no Rio de Janeiro.
  • "Alguém já viu algum japonês pedindo esmola por aí? Porque é uma raça que tem vergonha na cara", em abr.2017, quando ainda era deputado federal, durante palestra no Rio de Janeiro.
  • "Fui num quilombola em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava 7 arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais", em abr.2017, na mesma palestra no Rio.
  • "Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens. A quinta eu dei uma fraquejada e aí veio uma mulher", em abr.2017, na mesma palestra no Rio.
  • "Não empregaria [homens e mulheres] com o mesmo salário. Mas tem muita mulher que é competente", em fev.2016, durante entrevista ao programa Superpop, de Luciana Gimenez, na RedeTV!
Por Folhapress
Via Notícias ao Minuto, 12.01.2022




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