terça-feira, 27 de março de 2018

Zuckerberg decide ir ao Congresso dos EUA para testemunhar sobre escândalo de dados do Facebook, diz TV

Segundo a CNN, Facebook trabalha agora na estratégia adotada pelo CEO diante dos parlamentares americanos.


Criador do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou não ter planos de concorrer à Presidência dos Estados Unidos (Foto: Esteban Felix/AP)

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, decidiu atender ao pedido do Congresso dos Estados Unidos e prestar seu testemunho aos parlamentares norte-americanos para esclarecer o escândalo de dados da rede social, que comprometeu as informações de mais de 50 milhões de usuários, informou a TV americana CNN nesta terça-feira (27).

O testemunho deve ocorrer dentro de algumas semanas. Enquanto isso, o Facebook está preparando a estratégia adotada pelo executivo, diz a CNN.

Zuckerberg recusou a convocação do parlamento britânico, que começou a ouvir nesta terça os envolvidos no caso.

O primeiro a falar foi Cristopher Wylie, ex-funcionário da Cambridge Analytica, que revelou como a consultoria de companha política conseguiu acessar os dados de milhões de usuários da rede social sem o consentimento deles. Com as informações, a empresa criou um serviço para prever a tendência eleitoral dessas pessoas a fim de influenciá-las.

O depoimento de Zuckerberg está marcado para ocorrer em 10 de abril. Ele, no entanto, não foi o único executivo chamado. O Comitê Judiciário do Senado dos EUA convidou também os diretores executivos de Alphabet e Twitter para testemunharem sobre privacidade de dados.

O senador Charles Grassley, presidente do comitê, disse que convidou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, "para depor na audiência para discutir as medidas do passado e do futuro no que diz respeito à proteção e monitoramento dos dados dos consumidores".

Entenda detalhes do caso 

ESCÂNDALO DO FACEBOOK







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