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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Governo sabia que prisão tinha até metralhadora antes de massacre

Com ajuda de agentes de socialização, ao menos onze armas entraram no presídio nos dias que antecederam o Natal, aponta relatório da Secretaria de Segurança

Policiais patrulham a entrada principal do Complexo Penitenciário Anísio Jobim em Manaus, após rebelião no local -
03/01/2017 (Ueslei Marcelino/Reuters)


Um relatório de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas mostra que as autoridades tinham informações de que presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, portavam pelo menos 11 armas na véspera do massacre que deixou 56 mortos na unidade, em sua maioria membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com o relatório, que também menciona informações sobre uma tentativa de fuga, uma metralhadora e duas pistolas estariam com um interno conhecido como Nigéria e outras oito teriam entrado com visitantes do presídio nas vésperas do Natal. Agentes penitenciários de socialização teriam ajudado na entrada das armas no presídio, diz o documento.


Segundo informações anônimas, o interno Francis Olumuyiwa Olufunwa ou Adenkunle – vulgo “Nigéria” – estaria em posse de uma metralhadora (calibre desconhecido) e duas pistolas (calibres desconhecidos). O referido interno teria cumprido 1/6 de sua pena no Compaj Fechado, sendo de conhecimento da Seap que em todas as tentativas de fuga os internos do Fechado teriam obtido apoio operacional e logístico do semiaberto”, diz o relatório.


Fonte: Veja.com
      Por Leslie Leitão, de Manaus 
         5 jan 2017, 20h25 - Atualizado em 5 jan 2017, 21h01

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