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terça-feira, 31 de março de 2020

Inep publica editais do Enem 2020. Confira!

Solicitações de isenção da taxa começam a partir de 6 de abril

Por Notícias ao Minuto
Blog SNP, 31/03/2020

© Reprodução / ENEM

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, nesta terça-feira (31/03), os editais das versões impressa e digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. A partir do dia 6 de abril, as pessoas que se enquadrarem em um dos três perfis abaixo poderão fazer a solicitação de isenção da taxa. Os requerimentos e as justificativas de ausência na edição anterior devem ser feitas pela internet, na Página do Participante, com acesso pelo computador ou celular.

Está cursando a última série do ensino médio, em 2020, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar.Cursou todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio.Está em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda, devendo informar o Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Os participantes que solicitaram isenção em 2019, não realizaram os dois dias de prova e querem solicitar nova isenção para 2020 devem fazer a justificativa de ausência. O resultado dos pedidos deve ser divulgado em 24 de abril. Posteriormente, será aberto prazo para apresentação de recursos, entre 27 de abril e 1º de maio, e os resultados finais estarão disponíveis em 7 de maio. As regras valem para a versão impressa e digital.

A aprovação da justificativa de ausência no Enem 2019 e da solicitação de isenção da taxa de inscrição para o Enem 2020 não significa que a inscrição foi realizada. Portanto, os participantes deverão acessar o Sistema Enem e se inscrever para esta edição do exame.

Inscrição – O período de inscrição para o Enem 2020 será de 11 a 22 de maio, no Sistema Enem. O acesso pode ser feito por meio da Página do Participante ou do Aplicativo Enem. O participante que optar por fazer o Enem 2020 impresso não poderá se inscrever na edição digital e, após concluir o processo, não poderá alterar sua opção.

FMI: previsão de recuperação no próximo ano depende de como pandemia será contida

Fundo espera recessão este ano, mas vê recuperação em 2021.

Por G1
Blog SNP, 31/03/2020

Kristalina Georgieva, atual diretora-executiva do Banco Mundial — Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta terça-feira (31/03), que a previsão do fundo para uma recuperação econômica no próximo ano dependem do resultado das ações de contenção da pandemia e de uma redução do nível de incerteza.
"Nossa previsão de uma recuperação no próximo ano depende de como conseguiremos conter o vírus e reduzir o nível de incerteza", disse Georgieva, em conferência telefônica com ministros de finanças e presidentes de bancos centrais dos países do G20.
Na semana passada, a chefe do FMI apontou que este ano deverá registrar uma recessão "pelo menos tão ruim quanto durante a crise financeira global, ou pior", mas que uma recuperação é esperada em 2021.
"Para chegar lá, é fundamental priorizar a contenção e fortalecer os sistemas de saúde – em todos os lugares. O impacto econômico é e será severo, mas quanto mais rápido o vírus parar, mais rápida e forte será a recuperação", disse ela na ocasião.
Ações bem vindas

Nesta terça, Georgieva disse que são bem vindas as ações decisivas tomadas por muitos países para proteger as pessoas e a economia da Covid-19, que levaram a um declínio na volatilidade nos principais mercados financeiros nos últimos dias.

"No entanto, continuamos muito preocupados com as perspectivas negativas para o crescimento global em 2020 e, em particular, com a tensão que uma desaceleração teria nos mercados emergentes e nos países de baixa renda", afirmou. "Assim, apoiamos um plano ambicioso do G20 para fortalecer a capacidade dos sistemas de saúde para lidar com a epidemia; estabilizar a economia mundial por meio de medidas oportunas, direcionadas e coordenadas; e pavimentar o caminho para a recuperação".

Medidas do FMI

A dirigente destacou que o Conselho Executivo do fundo aprovou, na última quinta-feira, uma reforma do chamado Fundo de Contenção e Alívio de Catástrofes, que vai permitir que os países mais pobres invistam na resposta à pandemia em vez de pagar suas dívidas com o FMI.




No aniversário do golpe de 1964, Mourão exalta ditadura pelo Twitter


O secretário executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo Abrão, também lembrou a data como "o dia que a democracia foi extinta"

POR ESTADÃO
Blog SNP, 31/03/2020

© Reuters

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, usou sua conta no Twitter para publicar uma mensagem exaltando o golpe que iniciou o período da ditadura militar no Brasil. A intervenção militar no País, que começou a partir de um movimento iniciado na noite de 31 de março de 1964 e na madrugada de 1º de abril, completa 56 anos nesta terça-feira.

"Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do General Castello Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil. #31deMarçopertenceàHistória", escreveu Mourão.


O vice não foi o primeiro a exaltar a ditadura nesta data. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, já havia emitido um comunicado na segunda-feira, 30, no qual chamou o golpe militar de 1964 de "marco para a democracia brasileira".

"Os países que cederam às promessas de sonhos utópicos ainda lutam para recuperar a liberdade, a prosperidade, as desigualdades e a civilidade que rege as nações livres. O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. Muito mais pelo que evitou", escreveu Azevedo e Silva.

A ditadura militar durou até 1985 e é lembrada pelo fim das eleições diretas, pelo fechamento do Congresso Nacional, por censura, tortura e assassinatos praticados pelo Estado brasileiro.

Ditadura Nunca Mais

Entidades como a Associação Nacional de História (ANPUH) e o Instituto Vladimir Herzog, que leva o nome do jornalista morto pela ditadura em uma instalação do Destacamento de Operações de Informações (DOI), departamento do Centro de Operações de Defesa Interna, (CODI) do Exército, fizeram subir na rede social a hashtag #DitaduraNuncaMais. A campanha recebeu o apoio de líderes políticos e organizações.

O ex-ministro do Esporte e deputado federal por São Paulo, Orlando Silva (PCdoB), afirmou que o período militar foi o mais tenebroso da história brasileira. "Perseguição, tortura e assassinatos, terrorismo de Estado, fechamento do Congresso e do Supremo não podem ser enaltecidos."

O secretário executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo Abrão, também lembrou a data como "o dia que a democracia foi extinta". "Um ato autoritário tão vergonhoso que até hoje tenta se justificar", afirmou.

O ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) classificou a data como "marco do autoritarismo, torturas e perseguição covarde". Em referência ao comunicado escrito pelo Azevedo e Silva, Boulos disse: "marco para a democracia brasileira foi o movimento das Diretas, que encerrou essa noite sombria de 21 anos."

Já o deputado federal Paulo Pimenta (PT-SP) afirmou que "em um governo repleto de militares", é necessário lembrar da data para que a história "não se repita".



Bolsonaro se refere ao golpe de 64 como 'dia da liberdade'

O golpe inaugurou uma ditadura que durou 21 anos, período em que o país teve cinco presidentes militares

POR FOLHAPRESS
Blog SNP, 31/03/2020

© Reuters

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se referiu, nesta terça-feira (31/03), ao aniversário do golpe militar de 1964 como "dia da liberdade". Ao sair do Palácio da Alvorada, o presidente parou para conversar com apoiadores. Questionado por um simpatizante sobre o 31 de março, o presidente respondeu: "hoje é o dia da liberdade".

Capitão reformado do exército, Bolsonaro é um defensor do regime militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985. 

O golpe inaugurou uma ditadura que durou 21 anos, período em que o país teve cinco presidentes militares.

Em seu momento de maior repressão política, o regime fechou o Congresso Nacional e as assembleias estaduais.

Relatório final da Comissão Nacional da Verdade, apresentado em 2014, afirmou que 423 pessoas foram mortas ou desapareceram no período que vai de 1964 a 1985. Segundo a comissão, os crimes foram resultado de uma política de Estado, com diretrizes definidas pelos presidentes militares e seus ministros.

Bolsonaro não foi a única autoridade a defender o regime de exceção. O vice-presidente, general Hamilton Mourão, publicou uma homenagem em sua conta no Twitter.

"Há 56 anos, as forças armadas intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição [indireta] do general Castello Branco [o primeiro presidente da ditadura], iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil", escreveu o vice.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Campanha Solidária em Petrolândia - PE: Faça o bem, sem olhar a quem, entre em contato e faça a sua doação


Convidamos toda a população de Petrolândia-PE e região para ajudar em um movimento solidário.

Estamos arrecadando alimentos, roupas, produtos de higiene e entre outros, para doação a famílias carentes da nosso município e cidades vizinhas.

Colabore conosco, vamos fazer outras pessoas felizes, alimentar quem tem fome, vestir a quem não tem roupa, somos todos irmãos e juntos podemos ajudar uns aos outros.

Faça o bem, sem olhar a quem.

Contatos para doações:
  • Anny (75) 9 9259-2798
  • Berg (87) 9 9901-9856
  • Natália (87) 9 9819-6612
  • Miguel (87) 9 9995-4996
  • Milly (87) 9 9810-8764

INFORMAÇÕES: Berg Araújo

MAGAZINE PAULINELLY (Petrolândia-PE): Veja todos os detalhes para efetuar o pagamento do carnê através de nossas contas




BLOG SNP, 30/03/2020

FRANCK ELETRO (Petrolândia - PE): Veja como realizar pagamentos e obter informações através do Plantão de Quarentena


LIGUE: 
(87) 3851-0277 
(87) 9 9800-5878

VEJA A BAIXO OS HORÁRIOS E DIAS DE ATENDIMENTO 




BLOG SNP, 30/03/2020


Flávio Bolsonaro compartilha foto falsa sobre cura do coronavírus

O senador divulgou uma fake news em sua página no Instagram sobre a cura do coronavírus

Por Estadão 
Via Notícias ao Minuto
30/03/2020

© Divulgação / Deputado estadual Flavio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) compartilhou em seu perfil no Instagram uma foto falsa em publicação do site bolsonarista Senso Incomum sobre supostos casos de cura da covid-19 com uso de hidroxicloroquina - substância defendida pelo pai, o presidente Jair Bolsonaro, para tratamento dos contaminados pelo coronavírus. O texto afirma que quatro pacientes de São Paulo se salvaram após uso do remédio e foi ilustrado com a foto de um morador de Porto Alegre que não contraiu a doença. A informação foi noticiada pela jornalista Vera Magalhães, do site BR Político, do Grupo Estado.
O paciente que aparece em um leito de hospital é o arquiteto Walter Hugo Balestra Palombo, de 71 anos. Ele realmente esteve internado em uma UTI, mas no meio do ano passado e para tratamento de um enfisema pulmonar. Na imagem, ele está ao lado de uma das filhas, Antônia Balestra, de 41, que também é arquiteta.
A foto na verdade é um frame capturado de um vídeo da RBS, afiliada da TV Globo no Rio Grande do Sul. Em 30 de julho de 2019, Walter foi personagem de uma reportagem da rede sobre a possibilidade de parentes acompanharem internados em UTIs de hospitais de Porto Alegre. O arquiteto, considerado do grupo de risco para a covid-19, não contraiu a doença e segue em isolamento social em sua casa, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Veja 8 vezes que Bolsonaro agiu em desacordo com o Ministério da Saúde

Bolsonaro já teve ao menos 8 falas e atitudes em desacordo com medidas de combate ao coronavírus

Por Folhapress
Via Notícias ao Minuto
30/03/2020

© DR

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Desde o início da disseminação do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem falado e agido em confronto com as medidas de proteção, em especial a política de isolamento da população.

O presidente já usou as palavras "histeria" e "fantasia" para classificar a reação da população e da mídia à nova doença e disse que, caso a contraísse, sofreria apenas de um "resfriadinho".

Além dos discursos, o presidente assinou decretos para driblar decisões estaduais e municipais, fez pronunciamento em que criticou o fechamento de escolas e manteve contato com pessoas na rua.

Relembre, a seguir, episódios de confronto de Bolsonaro a medidas baseadas em recomendações quase unânimes de médicos e estudiosos.Protestos do dia 15

Contradizendo o que ele mesmo havia falado em pronunciamento na semana anterior, Bolsonaro participou de protestos pró-governo no dia 15 de março. Naquele momento havia 200 casos confirmados de pessoas com Covid-19 no Brasil e ainda 1.917 suspeitos.


Naquele dia, Bolsonaro primeiro incentivou os protestos com postagens em suas redes sociais. Depois, sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. "Isso não tem preço", disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.

Havia no local várias pessoas idosas, consideradas grupo de risco da nova doença e com taxa de mortalidade maior. Na semana anterior, quando pediu que seus seguidores repensassem as manifestações por causa do coronavírus, Bolsonaro citou o risco de contágio em ambientes com muitas pessoas.

Na época, o presidente ainda realizaria dois testes para saber se havia contraído o vírus. Hoje se sabe que ao menos 24 pessoas que estiveram com Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos contraíram o coronavírus.

Pronunciamento

Em pronunciamento do dia 24 de março, Bolsonaro atacou governadores, culpou a imprensa pelo agravamento da crise de saúde e criticou o fechamento de escolas.

"O que se passa no mundo mostra que o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?", questionou o presidente. "Raros são os casos fatais, de pessoas sãs, com menos de 40 anos de idade."

Mesmo sem sintomas, adultos e crianças podem transmitir o vírus. Esses grupos tendem a apresentar um quadro menos grave da doença, mas a probabilidade de o Covid-19 matar crianças e adolescentes é maior do que a gripe comum.

No pronunciamento, Bolsonaro concluiu dizendo que, se ele fosse infectado, por seu "histórico de atleta", não deveria temer a doença.

"Pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria acometido, quando muito, de uma gripezinha ou resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico, daquela conhecida televisão", afirmou, em referência a Drauzio Varella e à Rede Globo.

Com a fala, o presidente ironizou um vídeo que o médico fez no início da epidemia, quando as medidas indicadas por especialistas eram mais brandas e ainda não existiam casos de contaminação no país.Atividades religiosas

No dia 26 de março, Bolsonaro atualizou decreto que lista atividades essenciais que não podem ser interrompidos durante os esforços de combate ao novo coronavírus. Ele acrescentou atividades religiosas e casas lotéricas.

"Muita gente para dar satisfação ao seu eleitorado toma providências absurdas. Fechando shopping, tem gente que quer fechar igreja, [que] é o último refúgio das pessoas", declarou o presidente ao apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho. A entrevista foi gravada o dia 19 de março.

"Eu acho que o pastor vai saber conduzir o seu culto. Ele vai ter consciência –o pastor, o padre –, se a igreja está muito cheia, falar alguma coisa. Ele vai decidir lá", acrescentou Bolsonaro, que também argumentou na entrevista que a garantia de culto é um direito no Brasil.

Um dia depois da atualização, a Justiça Federal suspendeu a validade do decreto e proibiu o governo federal de adotar medidas contrárias ao isolamento social como forma de prevenção. A decisão se baseia no argumento de que a inclusão de novos setores no rol de atividades e serviços essenciais é ilegal, já que essa lista foi definida originalmente por uma lei federal de 1989.

Procuradoria quer multar União em R$ 100 mil por caminhada de Bolsonaro

Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto.

Por Estadão 
Via Notícias ao Minuto
30/03/2020

© Reprodução / Twitter

O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro "realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal" neste domingo, 29/03. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto.

O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a "não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde".

Araujo Junior anotou. "A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do isolamento social recomendado pela OMS e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde. Além disso, há uma indicação de descumprimento quanto à edição de novos decretos sobre serviços e atividades essenciais sem observar a necessidade de medidas emergenciais de combate à covid-19."

A Procuradoria pede a condenação ao pagamento da multa de R$ 100 e a majoração para R$ 500 mil caso Jair Bolsonaro volte a repetir o gesto.

Neste domingo, Bolsonaro visitou lojas e cumprimentou pessoas em cidades satélite de Brasília. Ele foi até Ceilândia, cidade onde vivem familiares da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A cidade está sob decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) que determinou o fechamento de lojas e shoppings para evitar a circulação das pessoas e controlar a propagação da covid-19. Apenas os serviços considerados essenciais continuam funcionando.

Na ocasião, Bolsonaro chegou a ventilar a possibilidade de editar decreto para liberar o trabalho de todas as profissões na pandemia.

A reportagem entrou em contato com a Advocacia-Geral (AGU) da União e aguarda posicionamento. O espaço está aberto para manifestação.

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sexta-feira, 27 de março de 2020

PETROLÂNDIA - PE: O Sorteio da Rifa da Campanha #TodosPorRonald foi CANCELADO. Veja os detalhes



Amigos e amigas, dando a devida seriedade ao momento que estamos vivendo em Petrolândia e no país e atendendo as medidas de prevenção ao Covid-19, a Campanha Todos Por Ronald está adiando sem data definida a rifa do Smartphone Samsung que aconteceria no dia 31 de Março. 

O melhor agora é ficar em casa. Assim que tudo esteja normalizado, comunicaremos a nova data do sorteio. Lembrando que todas as pessoas que já compraram o bilhete estão com a participação garantida no sorteio.

Conto com a compreensão de todos! 

RONALD TORRES

#TodosPorRonald
#FiqueEmCasa




CORONAVÍRUS EM PETROLÂNDIA - PE: Primeiro caso suspeito de coronavírus no município DEU NEGATIVO



NOTA

Informamos que o teste do primeiro caso suspeito de coronavírus, encaminhado pelo Hospital Municipal de Petrolândia, deu NEGATIVO. O resultado foi divulgado na tarde desta sexta-feira (27/03) pelo Hospital Universitário Osvaldo Cruz.

Já o caso encaminhado nessa quinta-feira (26/03), continua em investigação. 

Para mais informações sobre a prevenção e o combate ao coronavírus, acesse: www.petrolandiacontraovirus.com.br


TELEFONES ÚTEIS

  • VIGILÂNCIA SANITÁRIA (87)99646-3625
  • VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA (87) 99646-3625
  • PLANTÃO MÉDICO (87) 99646-5830



Informações: @prefeituradepetrolandia (instagram) 
Blog Sertão News Petrolândia
27/03/2020


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Governos de MT, RO e SC seguem Bolsonaro e reabrem o comércio

O novo decreto estadual reabre bares, cafés, redes de supermercado e estabelecimentos alimentícios na modalidade delivery, além de restabelecer a circulação do transporte público municipal e metropolitano com passageiros sentados

Por Estadão
Via Notícias ao Minuto
Blog SNP, 27/03/2020

© Igor Ovsyannykov por Pixabay 

O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), baixou decreto nesta quinta-feira, 26/03, permitindo o funcionamento do comércio e do transporte coletivo que sofriam restrições pelo coronavírus. Outras medidas de isolamento social só foram mantidas para idosos e grupos de risco - o chamado isolamento vertical, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro. Já o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), criticou a decisão e disse que, na capital, o isolamento social não será abrandado.

O novo decreto estadual reabre bares, cafés, redes de supermercado e estabelecimentos alimentícios na modalidade delivery, além de restabelecer a circulação do transporte público municipal e metropolitano com passageiros sentados.

A permissão se estende a táxis, aplicativos e transporte de funcionários por empresas. Restaurantes em rodovias foram liberados para funcionar, assim como bancos, lotéricas, igrejas e templos. Mendes manteve o isolamento domiciliar para idosos e grupos de riscos, como pessoas com doenças crônicas.

Veja também: Bolsonaro: 'Brasileiro mergulha no esgoto e não acontece nada'

Ele disse que as medidas não foram influenciadas pelo discurso do presidente Bolsonaro, mas seriam resultado da busca do meio termo. "Estamos defendendo o rigor do isolamento social, não o isolamento econômico. Não podemos transformar um problema num problema ainda maior. Por isso, continuaremos mantendo Mato Grosso no isolamento social, sem tirar a liberdade do trabalhador", afirmou. As aulas continuam suspensas até 5 de abril nas escolas públicas e privadas.

O prefeito de Cuiabá afirmou que respeita as decisões do governo estadual, mas mantém o entendimento pela necessidade do isolamento social como principal estratégia de combate à disseminação do coronavírus. "O vírus não circula, quem circula são as pessoas. Por isso, cuidar da saúde, cuidar das pessoas é fundamental para Cuiabá não sucumbir. Neste momento, não há atividade econômica que prevaleça à vida", disse.


quinta-feira, 26 de março de 2020

Brasileiro pula em esgoto e não acontece nada, diz Bolsonaro em alusão a infecção pelo coronavírus

Para presidente, 'muita gente já foi infectada' e por isso, segundo ele, adquiriu anticorpos que ajudam 'a não proliferar isso daí'. Ele pretende usar hotéis ociosos para isolar idosos.

Por Pedro Henrique Gomes, TV Globo — Brasília
Blog SNP, 26/03/2020





O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (26), ao chegar no fim da tarde à residência oficial do Palácio da Alvorada, que o brasileiro precisa ser "estudado" porque é capaz de pular "no esgoto" sem que nada aconteça com ele.

Bolsonaro deu a declaração ao ser indagado se o Brasil não chegará à situação dos Estados Unidos, que, após um mês, se tornou o país com mais casos da doença Covid-19 no mundo, com mais de 82 mil infectados e mais de mil mortos em razão do coronavírus.


Segundo o presidente, muitos brasileiros já foram infectados e adquiriram anticorpos, o que, afirmou, "ajuda a não proliferar isso daí".
"Eu acho que não vai chegar a esse ponto [a situação dos Estados Unidos]. Até porque o brasileiro tem que ser estudado. Ele não pega nada. Você vê o cara pulando em esgoto ali, sai, mergulha, tá certo? E não acontece nada com ele. Eu acho até que muita gente já foi infectada no Brasil, há poucas semanas ou meses, e ele já tem anticorpos que ajuda a não proliferar isso daí", afirmou.
O presidente também afirmou que o brasileiro "tem que aprender a cuidar dele mesmo", ao ser perguntado se o governo estudava alguma medida para implementar o chamado "isolamento vertical", pelo qual ficam recolhidos somente os que fazem parte de grupo de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

A posição de Bolsonaro contraria orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda que as pessoas não saiam de casa, a fim de conter a disseminação do coronavírus.

"O próprio [ministro da Saúde, Luiz Henrique] Mandetta tá convencido disso. Mas a quarentena vertical tem que começar pela própria família. O brasileiro tem que aprender a cuidar dele mesmo, pô", afirmou.

Segundo Bolsonaro, o governo estuda utilizar hotéis ociosos para acolher os idosos no modelo de isolamento vertical.

“Pode ser a partir de amanhã [sexta, 27/03]. Muita coisa está sendo estudada, conversada”, respondeu o presidente ao ser questionado se a proposta poderia ser colocada em prática de imediato.

Na mesma entrevista, o presidente foi questionado sobre os dois testes de coronavírus aos quais se submeteu. Bolsonaro afirmou que ambos resultaram negativo, mas não ele não quis divulgar os exames.
"Para que você quer saber? Dorme comigo? Minha palavra vale mais que um pedaço de papel", respondeu.
Ele disse que o auxílio mensal a ser destinado aos trabalhadores informais durante a crise do coronavírus poderá chegar a R$ 600. O governo anunciou R$ 200, cogitou R$ 300 e, nesta quinta, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a Câmara poderá aprovar R$ 500 porque "a proposta do governo é muito pequena".

"Está em R$ 500, pode subir para R$ 600. Vê lá com o Guedes", afirmou, em referência ao ministro da Economia, Paulo Guedes.





CORONAVÍRUS NO BRASIL: Saiba como está o avanço do COVID-19 no país


Brasil tem 77 mortes e 2.915 casos confirmados de coronavírus

ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

Hoje (26/03) completa um mês do primeiro caso confirmado  do novo coronavírus (covid-19) no Brasil. Durante este período a pandemia produziu 77 mortes, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (26/03). A taxa de letalidade é de 2,7%.

Ontem, as mortes já haviam se expandido para além de São Paulo e do Rio de Janeiro, com falecimentos em Pernambuco, no Rio Grande do Sul e no Amazonas.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, retificou o número de mortes no país. No relatório constava 78 óbitos, com um caso no Distrito Federal. Mas Mandetta afirmou que o registro foi feito por engano e que DF não tem morte por covid-19.  

Considerando um mês após o primeiro infectado, o Brasil fica atrás da China (213 mortes e 9.802 casos) mas a frente da Itália (29 mortes e 1.694 casos).

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que a comparação entre Brasil e Itália deve ser ponderada por uma série de aspectos, como pelo fato dos países terem faixas etárias diferentes (a Itália com mais idosos) e pelo Brasil ter mais leitos de Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) do que aquele país.

“O fato de termos mais casos não significa nada. Nós começamos de forma mais lenta, mas em compensação a Itália teve crescimento abrupto, que esperamos que nós não tenhamos. Pode ser que daqui a uma semana, nossa situação seja muito melhor que a Itália. Temos uma expectativa que nós não vamos ter número de óbitos proporcional que Itália está tendo. Precisamos esperar mais algumas semanas”, respondeu.

O total de casos confirmados saiu de 2.433 ontem para 2.915 casos. O resultado de hoje marcou um aumento de 54% nos casos em relação ao início da semana, quando foram contabilizadas 1.891 pessoas infectadas.

Do total de mortes, 58 foram em São Paulo, nove no Rio de Janeiro, três no Ceará, três em Pernambuco, uma no Amazonas, uma no Rio Grande do Sul, uma em Santa Catarina e uma em Goiás. 

Como local de maior circulação do novo coronavírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 1052 casos confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (421), Ceará (235), Distrito Federal (200), Rio Grande do Sul (158) e Minas Gerais (153).


Dados divulgados pelo ministério da Saúde mostram a distribuição de leitos nos estados do Brasil. - Agência Brasil

EUA se tornam o país com mais casos confirmados de coronavírus no mundo

O presidente Donald Trump disse que o aumento das confirmações no país se deveu à ampliação dos exames para os pacientes norte-americanos.

Por G1
Blog SNP, 26/03/2020 

Com mais de 82 mil casos, os Estados Unidos se tornaram nesta quinta-feira (26/03) o país com mais casos confirmados de Covid-19 no mundo, superando a Itália e a China.

O presidente Donald Trump fala sobre o coronavírus na Casa Branca nesta quinta-feira (26), dia em que o país ultrapassou a China no total de casos de Covid-19 — Foto: Alex Brandon/AP

O presidente Donald Trump disse que o aumento dos casos confirmados no país se deveu à aplicação de testes em massa para os pacientes norte-americanos. Em entrevista coletiva, o mandatário disse não ser possível saber o número real de casos da doença no mundo.

"Isso [o aumento] é por conta da nossa maneira de testar", disse Trump. "No fundo não sabemos quais são os números reais da doença, mas nós testamos um grande número de pessoas e a cada dia vemos que nosso sistema funciona."

Ainda mais casos
Trump disse que provavelmente há mais casos que os reportados até o momento. "Centenas de milhares", que segundo ele, são de pessoas que apresentam poucos ou nenhum sintoma.

“Muitas pessoas têm [a Covid-19]. Acabei de falar com duas pessoas que tiveram”, disse Trump. "Elas nem foram para o médico."

O presidente dos EUA defendeu estes casos como exemplo para justificar o retorno às atividades econômicas, reduzir medidas de isolamento e reabrir o comércio.

Ele disse ainda que o percentual de mortes é "muito menor do que realmente pensava". Até agora, mais de 1 mil americanos morreram de Covid-19. Apenas nas últimas 24 horas foram 237 mortes, o maior número diário desde o início da epidemia nos EUA.

EUA são o novo epicentro do coronavírus no mundo




Veja frases de Bolsonaro durante o 1º mês de coronavírus no Brasil

Presidente já afirmou que pandemia era 'muito mais fantasia' e que doença causada pelo vírus era 'gripezinha'. Até a manhã desta quinta, país já tinha registrado mais de 2,5 mil casos e 60 mortes.

Por G1
Blo SNP, 26/03/2020



Frases de Bolsonaro sobre o coronavírus

Nesta quinta-feira (26/03), completa-se 1 mês de registro da confirmação do caso de coronavírus registrado no Brasil.
Até a manhã desta quinta, o país tinha registrado 2.567 pessoas infectadas pelo vírus e 60 mortes. No mundo inteiro, já foram confirmados 487.648 casos e 22.030.
Com o avanço da pandemia no país, o tema começou a ocupar cada vez mais espaço nos discursos e manifestações públicas do presidente Jair Bolsonaro. O G1 preparou um vídeo que mostra como foi a abordagem de Bolsonaro à medida que novos casos eram confirmados. Veja no vídeo acima.




Nota do diretório municipal do PT de Petrolândia - PE: A nota repudia o pronunciamento do presidente Bolsonaro na noite de 24/03 relacionado ao coronavírus (veja detalhes)



Nota do diretório municipal do PT de Petrolândia

Nas últimas semanas vivemos entre a apreensão de uma pandemia e a irresponsabilidade de um presidente perante a crise.

Esta noite (24/03) assistimos um genocida sem véus ou verniz. Bolsonaro sendo quem sempre foi: autoritário, irresponsável, incapaz, desumano.

Contrariou todas as medidas de isolamento indicadas pela OMS adotadas no mundo inteiro, atacou a imprensa, governos estaduais e municipais assumindo sua total falta de empatia pelas vidas já ceifadas e as vítimas que virão em decorrência do Covid-19 e do colapso da saúde.

Nós que fazemos o diretório municipal do PT de Petrolândia repudiamos tal postura assim como parabenizamos o governo estadual e municipal por não dar ouvidos à tamanha insanidade.

A prefeitura de Petrolândia lançou decreto e adotou medidas para evitar o pior, mas é preciso mais.

As famílias mais pobres precisam do básico para manter o isolamento. Trabalhadores informais, empregados e donos de micro e pequenas empresas que precisaram fechar as portas, desempregados, crianças e jovens que tinham nas refeições da escola o sustento diário, moradores de ruas, idosos que necessitam sacar seu benefício precisam de uma força tarefa entre as pastas executivas e poderes públicos que a crise exige, tais como: transferência de renda através do cadastro único e bolsa família aos desempregados, informais e empregados forçados ao isolamento; Isenção, suspensão e ou prorrogação da cobrança de impostos (a depender de estudos do município que deverá analisar caso a caso) de micro e pequenos empresários; Insistir na conscientização e abrigo das pessoas em situação de rua; Distribuição imediata de kits de alimentação, em domicílio, para as famílias de estudantes matriculados na rede pública de ensino; transporte e escala de horário para quando esgotadas todas as formas de transação bancária via internet, as pessoas possam realizar saques de salários, aposentadoria e benefícios sem aglomeração nas agências; garantir determinação legal para não haver corte de água e energia por falta de pagamento enquanto durar o isolamento social; garantir com apoio da guarda municipal e polícia que as pessoas que podem permaneçam em isolamento, assim como proteger de violência doméstica mulheres que estejam em isolamento com parceiros abusivos.

O partido reconhece todas as medidas e esforços que a prefeitura de Petrolândia vem fazendo para informar, tranquilizar, atender e proteger sua população, assim como vem acatando sugestões e pedidos. Esperamos, com essa nota, poder contribuir para a extensão desse cuidado.

Primeiro cuidamos da vida. Depois cuidamos da economia.

Diretório municipal do Partido dos Trabalhadores de Petrolândia - PE
  • Daniel Filho - Presidente
  • Mônica Caetano - Vice-presidenta
  • Niedja Maria Batista - Secretaria de organização
  • Douglas Ayran - Secretaria de Finanças
  • Cássio Reimax - Secretaria de formação
  • Léo Lins - Secretaria da juventude
  • Denaide Clenes - Secretaria de movimentos populares.


Petrolândia, 25 de Março de 2020

Informações: Daniel Filho
26/03/2020